A próxima semana vai ser assim, em francês e com muito boa onda. Pensamentos positivos e coisas assim. Com luzes no fundo do túnel até porque afinal ele é muito mais pequeno do que aquilo que pensamos.
Porque acabamos sempre por reter as coisas boas e esquecer as más. Porque em tudo há um lado positivo e uma aprendizagem qualquer e ficamos sempre fortalecidos. Porque a permanência existe e a vantagem das nuvens carregadas é que nos trazem o arco-íris.
E aqui fica a tradução porque a letra tem o seu quê de verdadeiro.
We are our own fathers, so young yet so old.
It makes me think…you know
We are our own mothers
So young and so serious, but it’s going to change
‘cause we keep making plans for the next day
While the good times pass and leave us empty and uncertain.
We spend too much time sweating, and working hard
And for what, if we’re not even sure if we’re going to see anything tomorrow
Instead, we should live each day as if it’s our last
If you only knew
How many times we just missed the end of the world.
We come from afar
When times are hard
We say: Nothing is worse than what we’ve suffered.
Recomendaste-me isto há já algum tempo e hoje dei por mim a revê-lo. Faz-me falta um pouco de energia positiva no meio de tanta confusão-de conceitos, de momentos, de pessoas.
Nem vou recorrer à habitual ironia porque me apetece apenas curtir esta paz, este bem estar.Apetece-me sabedoria pura e verdadeira. Principalmente verdadeira.
Obrigada pela dica e por tudo.
ps:adoro o guizo!it reminds me of you lol (que emigra fatela! lol)
Resultou com o Da Vinci e com o Iluminismo. Não resulta como lema de vida. Se há alguma coisa para dizer, que se diga. Se não, que não se perca tempo nem energia.
Mais uma vez a cidade surpreendente arranca-me uma lágrima à má fila.
Desta vez fotos muito simples, apenas o azul do céu e alguns transeuntes. Mas dei por mim a imaginar Matosinhos (onde um colega meu,portuense, esteve este fim-de-semana,e me descreveu os seus momentos) e aquela luz que eu amo e cresceu em mim a vontade de voltar a casa.
Hoje apetece-me só dizer «Obrigada!» mas assim com letras muito grandes aos senhores polícias que me ajudaram a trocar o pneu do meu carro e não pediram nada em troca.
Mais! eu ofereci-me para lhes pagar o jantar,dar boleia para algum lado e declinaram ambas as ofertas amavelmente. Muito mas muito obrigada!
Obrigada também à Nossa Senhora de Fátima, aos deuses todos, a Deus, ao bom Alá, a Buda e a toda a energia positiva do Universo que permitiu que o pneu não rebentasse em plena autoestrada ou que impediu que a coisa sucedesse nalgum beco escuro (umas horinhas antes e tinha sido num local ermo em plena Amadora).
Apetece-me agradecer em todas as línguas! Na impossibilidade de o fazer agradeço em búlgaro porque é a língua exótica que ando a aprender no momento.